O Governo Municipal de Benjamin Constant do Sul, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, em conjunto com a Emater, orienta a população sobre a presença de lagartas taturanas em troncos e caules de árvores. A iniciativa busca prevenir acidentes decorrentes do contato com esses insetos, que podem permanecer camuflados na vegetação.
A alternância entre períodos de chuva, dias ensolarados e temperaturas elevadas favorece o aparecimento e a proliferação desses animais. Por isso, a recomendação é que os moradores observem os troncos das árvores, principalmente em quintais, jardins, pomares e outros espaços de circulação de pessoas.
As taturanas podem apresentar coloração semelhante à casca das árvores, o que dificulta sua identificação. Algumas espécies também permanecem agrupadas nos troncos durante o dia, aumentando a possibilidade de contato acidental.
Cuidados com as crianças
A orientação dos órgãos municipais é que pais, responsáveis e familiares alertem as crianças sobre os riscos de tocar em lagartas encontradas em árvores, folhas ou no chão, especialmente durante brincadeiras ao ar livre.
O contato com taturanas pode provocar ardência, sensação de queimadura, dor, vermelhidão e inchaço na região atingida. Embora muitos acidentes provoquem manifestações locais, algumas espécies podem representar riscos mais graves à saúde.
Em caso de contato acidental, a recomendação é lavar a área atingida com água fria e sabão neutro, sem esfregar ou coçar o local. Também é necessário procurar imediatamente a Unidade Básica de Saúde (UBS) de referência ou o serviço de saúde mais próximo, mesmo quando os sintomas iniciais parecerem leves. A avaliação de profissionais de saúde permite determinar os cuidados necessários.
Como proceder ao encontrar taturanas
Ao identificar lagartas ou agrupamentos desses animais em árvores, a orientação é evitar o contato direto e impedir a aproximação de crianças e animais domésticos.
Não se deve tentar pegar, esmagar, queimar ou eliminar as lagartas por conta própria. A recomendação é manter distância e procurar orientação dos órgãos municipais competentes para que a situação seja avaliada.
A observação dos ambientes e a adoção de medidas preventivas são indicadas para reduzir o risco de acidentes.